O Futuro e a Distopia Futurista

O texto à seguir veio de horas de reflexões estranhas. Em tese, eu deveria cair numa onda de LSD antes de escrever sobre isso.

Nesse momento, são 1:20 da manhã de domingo, dia dezoito de abril. Acabei de voltar do jantar de aniversário de quarenta e nove anos da minha mãe, onde, como de costume, ignorei os assuntos da mesa na maior parte do tempo; fiquei pensando enquanto o garçom colocava o couvert – cujo preço se iguala aos meus almoços cotidianos no kilão. Não sei quanto a vocês, mas eu nunca pagaria dez reais por pães e manteiga.

Somando minha falta de saco às três horas de espera que eu lutarei bravamente contra para assistir à Fórmula 1, resolvi publicar isso de uma vez. Com ‘Rust in Peace’ rolando no iTunes e Futurama sem som na televisão – provando a teoria da geração multitasking – aqui vou eu:
Quais são as mudanças de comportamento, opiniões e tudo mais relacionado a você, no futuro e no passado?

Yep. Tão estranho quanto os tênis incombustíveis de Michael J.Fox, não?
Vejamos adiante.

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