Pegadinhas Infantis

Caraca, eu me matando pra fluir algum texto esquecido nos primórdios do blog e nem me toquei que era Primeiro de Abril! O que, nesta memorável data, poderia ser mais conveniente que as histórias de pegadinhas e brincadeiras que eu preguei durante toda minha infância?

Por falta de um tema melhor, a resposta para a pergunta retórica acima é “Nada”.

Agora, chega de enrolação. Prepare-se para conhecer o cúmulo do auge da pentelhagem que apenas uma criança hiperativa é capaz de causar.

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Primeiro Mundo, Where Is Your God Now?

Acima, meus amigos, vocês vêem o vidro de um carro estilhaçado. Especificando, é o vidro estilhaçado do carro que minha família alugou aqui em Lisboa.

O furto aconteceu enquanto estávamos num bar. Deixamos a maioria das coisas no banco traseiro do carro, já que não esperávamos ficar mais de dez minutos no buteco, bebendo e fazendo algumas fotos com uma lente tele-objetiva. Na volta, vimos um vidro quebrado e uma bandola de maconheiros que permeavam o estacionamento. Chega de detalhes, né? Vocês ainda tem que clicar no link pra ler o resto.

E aí, galera da “Gloriosa Justiça Européia”? Where is your god now?

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Pokemon (Trauma) Center

Vamos a mais uma de minhas tragicomédias infantis!

Nunca salvava

Quem viveu a infância na mesma década que eu (90~00) sabe que a maior sensação do momento era ter um Game Boy Color e se reunir com os amiguinhos no churrasco dos pais para trocar pokemons e realizar épicos duelos de treinadores através daquele infravermelho incrivelmente falho que havia na parte superior do portátil da Nintendo. Quando muito, um do grupo possuía aquele cabo link tosquíssimo, e se funcionasse, era fiesta.
Essas rixas virtuais inevitavelmente terminavam de duas formas: Uma criança de seis anos chorava por não assimilar que a morte do Charizard não singificava o fim do mundo OU desencadeava uma porradaria geral entre pivetada do bairro, o que era exponencialmente mais divertido do que ficar clicando Tackle e Ember por 15 minutos sem parar.

Alegria de sobra para toda a família. Será? Se há no universo um jogo que já me causou mais frustração do que MegaMan (damn you, Woodman), esse jogo é Pokemon.

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Equilíbrio Diário

Eu prometi, já faz um tempo,  contar minha epopéia com a VIVO e toda a putaria da operadora em ativar o chip do meu iPhone. Como já havia ocorrido há algum tempo e minha preguiça ficou lerdeando o texto, acabei deixando-o de lado, pensando que nunca iria ao ar.

Pois bem, hoje eu fui de novo na loja da maldita operadora e, pela quarta vez, saí de lá frustrado. Derrotado, deprimido e molhado por causa das frequentes – quase diárias – chuvas paulistanas. Aliás, é a maior temporada de chuvas desde 1947 – que resolve aparecer sempre que eu saio de casa.

Subindo o elevador já comecei a pensar como representaria, da maneira mais carnal e física possível, o furacão de ódio e fúria que consumia todas as fibras do meu ser. Estava escrevendo o post na cabeça. Você nota minha impotência ao perceber que a maior forma de protesto de qual posso me armar é uma postagem num blog. Fora ligar para o procon.

Ainda puto, ligo o computador e já abro o WordPress, pressionando com força cada teclinha. Passadas algumas horas, minha irmã e meu cunhado fazem uma visita surpresa aqui.

Revelaremos isso posteriormente. É impressionante uma notícia inverte totalmente a situação de um dia. Starting from the beggining:

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O Primeiro Álcool de um Homem

Antes que os amigos próximos e familiares tenham um susto e me mandem para a rehab: Eu não sou chegado em bebidas, álcool, drogas ou cola. Coisas que te entorpecem e matam não entram na minha lista de favoritos, mas todos tem seus deslizes.
É muito eufemismo meu caracterizar esse evento como um deslize. O correto seria dizer que foi uma grande cagada.Deixo bem claro que narro essa história com meu maior bom-humor, mas é uma das poucas coisas que já vivi das quais eu não me orgulho at all.

Nos exploradores 15 anos, temos a mania de querer experimentar de tudo e achar que é nosso direito. Achamos que somos como ninjas da malandragem, fazemos o que queremos e temos certeza que ninguém nota nossas badernagens. Mesmo quando seu amigo está tão bêbado à ponto de por a camisa do lado contrário e insistir berrando, quase que inteligivelmente, que está sóbrio, somos sombras e ninguém nos nota. Servindo-me desse ideal, tive a pior noite da minha vida.

Hoje é só uma memória, portanto, sinta-se a vontade para rir da minha desgraça.
Começou assim:

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Papéis & Idéias

Duas coisas que, para mim, tem mais atrito do que um bloco de 1000 newtons numa superfície ranhurada. Leia-se “mais atrito do que uma coisa com muito atrito”.

Vídeos, canais de Youtube, filmes caseiros, animações stop-motion, sites, games e até livros (!) fazem parte do meu enorme arquivo de trecos que até hoje não saíram do Microsoft Word ou do bloquinho de notas que eu completo na aula de geografia ou enquanto estou cagando.

Pelo jeito, minha dificuldade em iniciar projetos é totalmente equiparável a minha incapacidade de mantê-los

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What About Now?

Dispensarei apresentações. Já fiz muitas apresentações de blogs na minha vida. É chato demais.

Mas não resisti ao textinho de abertura. Leia.

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