MMORPGs de Responsa

Você já chegou da escola e se numa quarta-feira paulistana fosse, já teria degustado uma belíssima feijoada. Acabaram-se as lições, o texto já está no blog e o pijama que você usou por três dias seguidos repousa fétido no cestinho de roupa suja. E agora?

Ninguém deixou scraps no seu Orkut, seu FarmVille já está todo fertilizado e o Twitter insiste em meter a baleia na tua fuça. Que lhe restou? Qual será sua luz no fim do túnel (quase sempre alagado e/ou engarrafado na capital paulista)?

É nessas horas que você lembra daquela pasta “Games” que mofa no Drive C: de seu HP Pavillion desde 2004.
Ah, nobres joguinhos online: Desde o começo do século XXI nos salvando quando a pilha do Game Boy acabava ou quando seus amigos não podiam jogar RPG com você.

[Dúvida Pré-texto] Os jogos de play-in-browser contam como joguinhos online? Me refiro a Runescape, Adventure Quest e, bem, Farmville de certa forma. É válido? Se for, deixa pra outro post, né?

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Pokemon (Trauma) Center

Vamos a mais uma de minhas tragicomédias infantis!

Nunca salvava

Quem viveu a infância na mesma década que eu (90~00) sabe que a maior sensação do momento era ter um Game Boy Color e se reunir com os amiguinhos no churrasco dos pais para trocar pokemons e realizar épicos duelos de treinadores através daquele infravermelho incrivelmente falho que havia na parte superior do portátil da Nintendo. Quando muito, um do grupo possuía aquele cabo link tosquíssimo, e se funcionasse, era fiesta.
Essas rixas virtuais inevitavelmente terminavam de duas formas: Uma criança de seis anos chorava por não assimilar que a morte do Charizard não singificava o fim do mundo OU desencadeava uma porradaria geral entre pivetada do bairro, o que era exponencialmente mais divertido do que ficar clicando Tackle e Ember por 15 minutos sem parar.

Alegria de sobra para toda a família. Será? Se há no universo um jogo que já me causou mais frustração do que MegaMan (damn you, Woodman), esse jogo é Pokemon.

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