Danger! Danger! Carnaval!

(Mentalizem o Sonic correndo e aquela mensagem de Danger aparecendo quando você chega no Boss da fase)
Roda a marchinha!

Seus putos, é carnaval!
A festa favorita do povo brasileiro, véspera das maiores despezas do ano devido ao uso abusivo do cheque especial! Aguenta as dívidas aí depois!

Todo mundo adora essa festança desenfreada de mulheres nuas e pessoas bêbadas, sendo assim, sempre temos casos e desacasos a compartilhar com o mundo na semana carnavalesca. Afinal de contas, quem não tem uma histórinha de carnaval?

EU! E ainda que você tivesse passado a maior epopéia cômica da história do humor brasileiro, não se lembraria de nada, pois havia bebido como um camelo no Saara!
Vamos direto ao ponto: Dario Lopes, o ser quase racional que escreve neste blog, detesta carnaval com toda a força que a ele foi concedida.

“Que nerd” – Não é nerdice (nesse caso), é bom gosto e prezar pela saúde da minha forma humana. Pelas barbas de Odin, porque cargas d’água eu gostaria de ir num formigueiro repleto de gente suada e, em sua grande maioria, peluda?
Convenhamos, aquela fantasia de que carnaval é cheio de muléres fantásticas já foi batida faz tempo; desde o dia que você acordou ao lado da Edy Nancy, sem se lembrar de picas da noite passada, mas com uma bem localizada dor nas ancas.

Esse aglomerado de pessoas coloridas sambando é dividido numa porcentagem igualitária: 50% do sambódromo é constituido por gordos de meia-idade procurando adolescentes bêbadas e, consequentemente, esfregando suas banhas adiposas e ensopadas na sua cara. Já os outros cinquenta estão preocupados demais pulando, dançando ou tentando abater a carteira de gringos muito, mas muito, dopados.

Argh, chega, me irrita só de pensar. Com a cota de piadinhas estourada, bora pro que importa:
Enquanto vocês vão pra Salvador ou pro Rio de Janeiro se inserir por osmose naquela massa acéfala, eu estarei embarcando num vôo para Portugal, nossa (amada) pátria colonizadora! Aquela mesmo, aquela que extraiu todo o nosso ouro para acertar dívidas com a Inglaterra.

Deixando o passado para trás, verei minha irmã que está na Espanha e ficarei longe de solo tupi-guarani por uma semana, retornando apenas no sábado, cheio de material para veícular detalhadamente a viagem pra vocês. Com ênfase na parte que eu comia pastel de nata enquanto vocês tomavam Engov e cantarolavam Eu mato, eu mato, quem roubou minha cueca pra fazer pano de prato… eu mato… eu mato.

Veremos, mais algum anúncio de última hora pra fazer?…
Ah sim! Aguardem – meu livro será lançado (aqui no blog, claro)! E, bem, não é um livro: É um conto de Capa & Espada, RPG de fantasia medieval, vocês sabem a história. O conto também não está completo, se desenvolverá ao longo do tempo, e contará com as minhas humildes palavras e as deslumbrantes ilustrações de Pedro Augusto Monteiro, até hoje, renomado artista de coisa nenhuma.

Detalhe importante sobre a viagem: Meu afastamento das terras brasileiras não implica necessariamente num afastamento do Nostalgia, o wi-fi está conosco para isso. Manterei – se possível – as postagens e o Casual Friday, etc, etc…
Se o blog não está sendo atualizado, veja o que ocorre em minha atribulada vida através do Twitter!

Ok, anúncios dados, compromisso com o blog mantido e roupa suja no cesto. Voltemos ao corriqueiro dia-a-dia:

Se os olhos não lhe permitem uma leitura clara, o nome do meu Turtwig é Xeremias.

Sexta-feira tem #CasualFriday aqui no Nostalgia e, se preparem, cagarão tijolos com o vídeo.

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