Casual Friday #04 – Bowser and his Minions

Vocês já perceberam que certas coisas na série de plataforma Mario Bros. são tão padronizadas que é realmente de achar graça?

Por exemplo, os koopas verdes estão fadados à morte iminente. Os únicos que dão a volta para evitar a queda num desfiladeiro pixelizado são os koopas vermelhos.
Os chain-chomps ficam presos em pedras e os bullet bills só se dão bem se acertam o encanador com a parte de baixo do projétil. Isso sem falar nos Hammer Bros. que só podem atirar os martelos numa curva.

Agora, imagine se esses escravos do Bowser resolvessem dar início a uma revolução por caminhos mais fáceis de pegar o maldito italiano. Tá aqui nesse vídeo:

Essa fantástica sátira da série de Shigeru Myamoto faz parte do canal College Humor, que tem várias outras atrações cômicas dignas de visitas.

E aliás, os Hammer Bros. são difíceis de passar mesmo atirando os martelos em lançamento oblíquo. Se atirassem horizontalmente, WE’RE DOOMED.

O Herói-Estereótipo

O Herói Americano.

Já pararam pra pensar que o “Super herói americano”, o homem de aço, o homem-extraterrestre absurdamente forte, que voa, que resiste a tiros, que tem visão de calor, que destrói criaturas alieníginas grotescas e que é basicamente invencível não deixa graça ou suspense algum numa história em quadrinhos?

Numa analogia porca, ler historinhas do SuperMan é equivalente à passar um sábado num jogo de Playstation 3 repetitivo e fácil. Leia trinta edições seguidas do homem de aço e me diga, qual é a novidade? Talvez seja a mesma sensação de atravessar a fase 1-1 do Mario Bros. In-Loop trinta vezes.

Para dar uma noção mais palpável (adorei essa palavra desde que usei-a no último post), veja só a lista de habilidades que a Wikipedia disponibiliza quando refere-se a Superman:

“força sobre humana, resistência, invunerabilidade, sopro congelante, super audição, poderes extra-sensoriais e visuais, longevidade, vôo, inteligência e regeneração.”

O ponto é…
Vamos deixar o ponto pra depois do link.

Isso se nenhum alien de sunguinha exageradamente poderoso vier chutar meu traseiro antes que eu continue.
Agora que eu me toquei: Imaginem se os et’s  do filme “Guerra dos Mundos” fossem todos iguais ao SuperMan. Aí sim estaríamos em apuros, não concorda?

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Let’s Watch The Watchmen

"Tonight, a comediant died in New York"

Eu canso de heróis invencíveis, super fortes e poderosos. Derrubar um monstro mais alto que arranhacéus com um soco, impulsionando-o para os prédios bambeam e caem, destroindo metade de Manhattan, que sempre é reconstruída na manhã seguinte. É sempre em Manhattan. Aliás, Superman, o que diabos tem em Metrópole? Um imã gigante que atrai criaturas da Matrix em períodos semanais estabelecidos? Porra!

Em meus anos ao lado das revistas em quadrinhos, sempre tive preferência por heróis que existissem por uma razão lógica, no mínimo plausível para uma mente de seis anos. Sim, eu sei que Tony Stark explodiria com o coração da armadura, mas eu gosto dele mesmo assim. Ainda é mais plausível do que um homem que começa a soltar teias do dia pra noite, compreendido?

Mesmo sendo menos imaginativos, é óbvio que não se pode deixar passar as maluquices de meus personagens favoritos, como o DareDevil (Demolidor), Capitão America e até o próprio Homem-de-Ferro. Sempre achei que ninguém jamais exploraria os heróis de forma perfeitamente realista: Um defensor da sociedade sem super poderes, com uma história totalmente plausível. Nunca achei que veria algo plenamente humano nesse universo da Marvel & DC Comics.

Até me apresentarem Watchmen.

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Casual Friday #03 – The Gamers

Sabe do que nerds gostam? De passar horas de suas vidas em eventos que para nada lhes serviriam. Refletindo se o escolhido é mesmo Anakin Skywalker ou discutindo aos berros sobre quem atirou primeiro: Han Solo ou Greedo.

Além disso, nerds também gostam de algo muito específico: RPG, o que não é Reeducação da Postura Global, tampouco se refere à Rocket Propelled Grenade. No caso, o tópico é Role-Playing Game.

Papéis, dados e malucos fingindo ser outras pessoas. É, esse é o foco do Casual Friday de hoje, outra vez, live with it.
A definição é simples: Um jogo de interpretação de papéis; coisa de maluco, mas que eu particularmente gosto muito. Quem já jogou D&D (Dungeons & Dragons), Vampire ou D&T (Defensores de Tóquio) sabe que, muitas vezes, o jogo passa pra segundo plano e todos na mesa discutem in-off ou desenrolam na porrada porque X fez algo que não deveria ter feito, enfim, deu pra sacar a intenção. Os experientes nesse mundo se depararão com vários momentos corriqueiros das noitadas de amigos jogando esta porcaria e, diga-se de passagem, deixa ainda mais engraçado.

Eis a melhor representação RPGzística audiovisual encontrada no YouTube!

Rápida Sinopse de Uma Oração:É um filme de quase uma hora chamado The Gamers onde cinco amigos se encontram pra jogar Dungeons & Dragons ou uma variação do gênero. Vocês assistiram a Parte 1. Caso você seja preguiçoso demais para procurar as outras quatro (e eu sei que você é, seu vagabundo), disponibilizarei-as à seguir.

Parte 2Parte 3Parte 4Parte 5

É longo mas se você já teve o (des)prazer de jogar RPG alguma vez, assista porque vale a pena, e muito. E linkar todos os vídeos me fez perder dois minutos de vida útil, então pare de ler e clique logo, depois diga o que achou, capice Michael?

[ P.S ] Domingão eu chego no Brasil! Hooray!

Primeiro Mundo, Where Is Your God Now?

Acima, meus amigos, vocês vêem o vidro de um carro estilhaçado. Especificando, é o vidro estilhaçado do carro que minha família alugou aqui em Lisboa.

O furto aconteceu enquanto estávamos num bar. Deixamos a maioria das coisas no banco traseiro do carro, já que não esperávamos ficar mais de dez minutos no buteco, bebendo e fazendo algumas fotos com uma lente tele-objetiva. Na volta, vimos um vidro quebrado e uma bandola de maconheiros que permeavam o estacionamento. Chega de detalhes, né? Vocês ainda tem que clicar no link pra ler o resto.

E aí, galera da “Gloriosa Justiça Européia”? Where is your god now?

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Terra á Vista!

Mesmo fora das extremidades territorias brazucas, não se pode deixar um blog desatualizado, certo, ô gajo?
Portanto, que outro tema seria mais conveniente e promissor do que minhas atuais desventuras pelas linhas lusitanas?

Uma das milhares bandinhas de rua que perambulam por Lisboa.

Então, taí: Um rápido relato de minha curta e inacabada vivência por Portugal. De volta no solo nacional, eu penso se faço um Diário de Bordo, com mais informações relevantes sobre a terrinha de origem.

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Casual Friday #02 – I Kill People

Eu prometi que esse projeto seria frequente, e até agora não falhou!
Certo, foram apenas duas semanas, mas você entendeu o espírito.

Taí o de hoje.

Tá até legendado, para os leitores desfavorecidos.
Fiquem com isso aí porque agora eu tenho que arrumar a mala pra já citada viagem.

Portugal, aí vou eu!

As armas e os barões assinalados
Que, da ocidental praia lusitana
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana…