E agora, já se foi o Natal

O natal é uma época que todos adoram, independente do ponto de vista. É comemorado como o nascimento de cristo, mesmo sabendo que não nasceu dia 25 de Dezembro. A festança natalina é uma desculpa para a reunião de parentes, dos quais a maioria você nem conhece, e nem se importa, desde que te dêem presentes.

Agora, a festa acabou, estou escrevendo isso na madrugada, dia 26. De hoje em diante, as pessoas tirarão as alegres e serelepes luzes de suas casas, jogarão fora suas árvores artificiais e entulharão seus milhares de papais noéis nos armários e gavetas velhas.

Dizem que no natal, as pessoas se sentem mais felizes e caridosas. Quer dizer que é necessário um natal eterno para uma convivência amável? É deprimente saber que o ser humano depende de festas católicas entupidas de cunho capitalista pra demonstrar um pouco de afeição.

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Papéis & Idéias

Duas coisas que, para mim, tem mais atrito do que um bloco de 1000 newtons numa superfície ranhurada. Leia-se “mais atrito do que uma coisa com muito atrito”.

Vídeos, canais de Youtube, filmes caseiros, animações stop-motion, sites, games e até livros (!) fazem parte do meu enorme arquivo de trecos que até hoje não saíram do Microsoft Word ou do bloquinho de notas que eu completo na aula de geografia ou enquanto estou cagando.

Pelo jeito, minha dificuldade em iniciar projetos é totalmente equiparável a minha incapacidade de mantê-los

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What About Now?

Dispensarei apresentações. Já fiz muitas apresentações de blogs na minha vida. É chato demais.

Mas não resisti ao textinho de abertura. Leia.

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