Há, eu – e provavelmente Paul, the octopus – sabia desde o princípio! A Fúria Roja conquistou seu primeiro título da Copa do Mundo de Futebol, mudda fucka!
Assisti o jogo na rua, acompanhado de uma porrada de espanhóis/canadenses fãs da seleção espanhola. No final do extra time, quando Iniesta marcou para a Espanha, a explosão do lugar foi indescritível.
As fotos serão colocadas num update futuro, assim que eu voltar pro Brasil, maybe.
Aliás, viva España, viva el rey!
Eu já estou no Canadá a dois dias (uau) e a preguiça para postar é IMENSA.
Como eu quero me manter longe do português e da cultura brasileira – que não inclui o futebol, no caso – farei um pequeno relatório em todos dias da viagem, para então, na volta, atualizar com um post bem grandão, com fotos, contos e o caraio, ok?
Ando meio sem saco pra abrir o WordPress esses dias; não que eu vá abandonar essa espelunca, mas a frequência dos updates cairá tal qual o PIB da Chechênia.
E depois, de acordo com a minha irmã, eu não preciso escrever enquanto isso não for minha profissão, e ela está certa, então, boa noite, deitarei pra ler um livro do mestre Woody Allen. E, by the way:
O texto à seguir veio de horas de reflexões estranhas. Em tese, eu deveria cair numa onda de LSD antes de escrever sobre isso.
Nesse momento, são 1:20 da manhã de domingo, dia dezoito de abril. Acabei de voltar do jantar de aniversário de quarenta e nove anos da minha mãe, onde, como de costume, ignorei os assuntos da mesa na maior parte do tempo; fiquei pensando enquanto o garçom colocava o couvert – cujo preço se iguala aos meus almoços cotidianos no kilão. Não sei quanto a vocês, mas eu nunca pagaria dez reais por pães e manteiga.
Somando minha falta de saco às três horas de espera que eu lutarei bravamente contra para assistir à Fórmula 1, resolvi publicar isso de uma vez. Com ‘Rust in Peace’ rolando no iTunes e Futurama sem som na televisão – provando a teoria da geração multitasking – aqui vou eu:
Quais são as mudanças de comportamento, opiniões e tudo mais relacionado a você, no futuro e no passado?
Yep. Tão estranho quanto os tênis incombustíveis de Michael J.Fox, não?
Vejamos adiante.
Post duplo, se você é o tipo de pessoa que gosta de nomear coisas.
Começaremos pelo Casual Friday, pra fazer jus à data.
O humor non-sense: Diga-me, o que seria de nós sem essa graça? Pessoas gargalhando por ouvir comparações literárias de Dostoiévski e Dan Brown? Provável.
Felizmente, temos escritores senseless, como Douglas Adams e sua bíblia, a série do Guia do Mochileiro das Galáxias. Um homem que inventa um robô depressivo não pode estabelecer um nexo sólido com a realidade.
Adicionando, também temos os desempregados que fazem animações no YouTube. Eles não se comparam a gênios do humor, como Monty Python, Woody Allen e o próprio Adams, mas que eles nos divertem, isso é inegável.
A vítima de alucinógenos, digo, criador desse vídeo também tem outras obras semelhantes e igualmente engraçadas.
Veja todas no canal do TomSka, o idealizador desses roteiros drogadíssimos.
No mais, vamos passar para o segundo tema dessa atualização:
Eu sou um incompetente. Por quê? Notem nos dois Casual Fridays seguidos!
Eu passei sete dias lendo os textos antigos (de quatro meses atrás) e me desliguei. É um recado rápido, mas necessário.
I ran out of alibis, não tem mais desculpas. As provas acabaram, portanto, isso aí: NO MORE EXCUSES.
Atraso: Não havia uma melhor maneira para começar a casa dos dois dígitos no Casual Friday.
Eu deveria ter postado de tarde, mas enrolei até a noite, quando saí com os amigos – voltei às 11:30, cansado e ainda mais preguiçoso do que já me encontrava anteriormente.
MAS eu voltei no fim de semana e postarei dois dias seguidos, pra manter o equilíbrio na força, digo, no blog.
Vamos lá:
Falarei a verdade; nunca fui muito fã de Dr.Mario, mas jogava no Nintendinho 8-bits só pela música ‘Fever’ – a game song mais alegre já composta. Agora, e se essa música tivesse uma letra?
Brentalfloss é um usuário do ScrewAttack que cria letras para as mais diversas músicas, cuja a imensa maioria são de clássicos games, como Zelda, Megaman e Tetris! Ele gravou as mais famosas num CD que, à quem interessar possa, pode ser comprado aqui.
Além dos temas de videogames old-school, ele também gravou uma letra em cima da abertura de MacGyver – sem cascata, é uma das melhores!
Assim vou tirando o atraso das postagens. Depois de terça, quando as provas acabarem, eu provavelmente voltarei a escrever normalmente.
Eu entrei em semana de provas hoje, e esse glorioso evento se prolongará até a terça-feira que vem. Eu até faria os cálculos para descobrir que dia do mês é, mas a matemática já consumiu meu sistema nervoso e o calendário está entulhado em alguma gaveta.
Assim sendo, as atualizações dessa semana – e provavelmente da próxima – terão falhas e furos. Triste, eu sei.
Se bem que eu tenho um texto quase pronto que, dependendo do meu bom humor em função da prova de biologia, irá ao ar amanhã. E sexta, as usual, sairá o Casual Friday.
É um aviso curto, mas necessário para compreensão desses três vagabundos que acessam o Nostalgia Futurista.
E eu estou trabalhando no FAQ; logo logo será atualizado como uma página decente.
Bom, voltarei a Classificação dos Seres Vivos ou eu zero a avaliação de amanhã. No pain, no gain.
Amanhã um update digno aparece por aí.
Star Wars é a bíblia audiovisual do conhecimento nerd, mas ele vem acompanhado de inúmeros clássicos.
Sabe como se mistura a maior obra de George Lucas com Indiana Jones, Contatos Imediatos de Terceiro Grau, Superman, entre outros memoráveis filmes?
Com suas músicas!
Esse cara fez uma letra baseando-se no tema composto por John Williams e adaptou para as músicas de outras obras cinematográficas merecedoras de um lugar especial na prateleira.
A canção é toda feita a capela – pelo mesmo homem! – o que a torna ainda mais impressionante.
Então, é isso aí. Comentários abertos para opiniões e sugestões.
Aliás, feliz páscoa pra todos vocês.
Larguem o computador e encham o rabo de chocolate.
Caraca, eu me matando pra fluir algum texto esquecido nos primórdios do blog e nem me toquei que era Primeiro de Abril! O que, nesta memorável data, poderia ser mais conveniente que as histórias de pegadinhas e brincadeiras que eu preguei durante toda minha infância?
Por falta de um tema melhor, a resposta para a pergunta retórica acima é “Nada”.
Agora, chega de enrolação. Prepare-se para conhecer o cúmulo do auge da pentelhagem que apenas uma criança hiperativa é capaz de causar.
[ Nota ] A corrida do fim de semana (GP de Melbourne – que foi às 3:00 da manhã, by the way) me inspirou a fazer outro post vagamente relacionado ao tema. Na verdade, é sobre o Galvão Bueno. Será épico.
Caralho, acho que essa é a primeira vez que comecei a postar num domingo. Eu deveria ter estudado ou no mínimo dormido, já que, mesmo tentando árduamente (lendo 1984, do George Orwell), não consegui atualizar o blog ontem. Anyway, escrever foi mais produtivo do que assistir Faustão ou Pânico na TV, portanto, vamos lá:
A foto é de 2008, mas tá valendo
Vocês já se perguntaram o porque de várias pessoas madrugarem até às 7:00 da manhã num fim de semana só pra ver uma corrida? Provavelmente não, mas se você nunca teve o prazer de assistir carros coloridos à 300km/h se chocando, não sabe o que está perdendo.
Pra quem tem o mínimo de interesse em carros, F1 é tão essencial quanto oxigênio. Esqueça o kart, a Stock Car e os autoramas. Depois das disputas de Dragsters, a Fórmula Um é a categoria automobilística mais admirada do planeta. Só não digo “mais admirada da galáxia” porque ainda tenho fé nos rachas de naves espaciais pelos Anéis de Saturno. Nos dias de hoje, a F1 supera todos os outros.
Por que?
Bem, vamos explicar, então, esse esporte que envolve emoção, velocidade e abusos claros dos princípios que fundam as Leis de Newton.